terça-feira, 30 de junho de 2015
quinta-feira, 25 de junho de 2015
O palco da vida
Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,mas
não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo. E você pode
evitar que ela vá a falência. Há muitas pessoas que precisam, admiram e
torcem por você.
Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu
sem tempestade, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas,
relacionamentos sem desilusões.
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.
Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a
tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos
fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria
no anonimato.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da
própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de
encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada
manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si
mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber
uma crítica, mesmo que injusta.
Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora
dentro de cada um de nós. É ter maturidade para falar “eu errei”. É ter
ousadia para dizer “me perdoe”. É ter sensibilidade para expressar “eu
preciso de você”. É ter capacidade de dizer “eu te amo”. É ter humildade
da receptividade.
Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser
feliz. E, quando você errar o caminho, recomece. Pois assim você
descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita. Mas usar as
lágrimas para irrigar a tolerância. Usar as perdas para refinar a
paciência. Usar as falhas para lapidar o prazer. Usar os obstáculos para
abrir as janelas da inteligência.
Jamais desista de si mesmo.
Jamais desista das pessoas que você ama.
Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível,
ainda que se apresentem dezenas de fatores a demonstrarem o contrário.
Augusto Cury
segunda-feira, 22 de junho de 2015
Temos que nos aceitar como somos
Antes de lamentar e lamuriar o que você não tem, agradeça o que você já tem!
Cada
um de nós é riquíssimo no seu ser. Fomos feitos à imagem de Deus; o que mais
poderíamos desejar? Deus entrou dentro de Si mesmo para lá ir buscar o nosso
molde.
Como, então, você pode ficar
reclamando das qualidades que você não tem? Não seria isto ser ingrato com
Deus?
Antes de lamentar e lamuriar o que
você não tem, agradeça o que você já tem, e tudo o que recebeu gratuitamente
Dele.
Olhe primeiro para as suas mãos
perfeitas… e diga muito obrigado Senhor!
Pense nos teus olhos que enxergam
longe, teus ouvidos que ouvem o cantar dos pássaros, e diga obrigado Senhor!
Olhe para a beleza e vigor da sua
juventude, e agradeça ao bom Pai, de quem procede toda dádiva boa.
A pior qualidade de um filho é a
ingratidão diante do pai.
Jesus ficou muito aborrecido quando
curou dez leprosos (uma doença incurável na época!), mas só um (samaritano)
voltou para agradecer. E este não era judeu, isto é, o único que não era
considerado pertencente ao povo de Deus.
Você recebeu uma grande herança de
Deus, que está dentro de você; sua inteligência, sua liberdade, vontade,
capacidade de amar, sua memória, consciência, etc., enfim, seus talentos, que
Deus espera que você faça crescer para o seu bem e o dos outros.
A primeira coisa para que você possa
multiplicar esses talentos, é aceitar-se como você é, física e espiritualmente.
Não fique apenas olhando para os seus
problemas, numa espécie de introspecção mórbida, porque senão você acabará não
vendo as suas qualidades; e isto te tornará escravo do teu complexo de
inferioridade.
São Paulo disse que somos como que
“vasos de barro”, mas que trazemos um tesouro de Deus escondido aí dentro (cf.
1Cor4, 7).
Eu não estou dizendo que você deve se
esconder dos seus problemas, ou fazer de conta que eles não existem, não é
isto. Reconheça-os e aceite-os; e, com fé em Deus, e confiança em você, lute
para superá-los, sem ficar derrotado e lamuriando a própria sorte.
Saiba que é exatamente quando vencemos
os nossos problemas e quando superamos os nossos limites, que crescemos como
pessoas humanas.
Não tenha medo dos seus problemas,
eles existem para serem resolvidos. Um amigo me dizia que todo problema tem
solução; e que, quando um deles não tem solução, então, deixa de ser problema.
“O que não tem remédio, está remediado”, diz o povo. Não adianta ficar chorando
o leite derramado.
É na crise e na luta que o homem
cresce. É só no fogo que o aço ganha têmpera. É sob as marteladas do ferreiro
que a lâmina vira um espada.
Por isso, é importante eliminar as
suas atitudes negativas.
Deus tem um desígnio para você e para
cada um de nós; uma bela missão a ser cumprida, e você pode estar certo de que
Ele lhe deu os talentos necessários para cumpri-la.
Deus quer que você seja um aliado
dele, um cooperador Seu, na obra da construção do mundo. Ele não nos entregou o
mundo acabado, exatamente para poder nos dar a honra e a alegria de sermos seus
colaboradores nesta bela obra.
Ele precisa de nossas mãos e de nossa
inteligência, Ele quer usar os seus talentos.
O homem mais infeliz é aquele que se
fecha em si mesmo e não usa os seus talentos para o bem dos outros. Esse se
torna deprimido.
Na parábola dos talentos, Jesus
mostrou que só foi pedido um talento a mais àquele que tinha ganhado um; mas
que foi pedido dez novos talentos ao que tinha dado dez. Deus é coerente.
Você sabe que é “único” aos olhos de
Deus, irrepetível; logo, você recebeu talentos que só você tem; então, Deus
espera que você desenvolva esta bela herança, sendo aquilo que você é.
É um ato de maturidade ter a humildade
de reconhecer os seus limites e aceitá-los; isto não é ser menor ou menos
importante; é ser real.
Aceite suas limitações, seus
problemas, seu físico, sua família, sua cor, sua casa, também seus pais e seus
irmãos, por mais difíceis que sejam… e comece a trabalhar com fé e paciência,
para melhorar o que for possível.
Se você não começar por aceitar o seu
físico, aquilo que você vê, também não aceitará os defeitos que você não vê.
Você corre o risco de não gostar de
você se não aceitar o seu corpo. Muitos se revoltam contra si mesmos e contra
Deus por causa disto.
Você só poderá gostar de você – amar a
si mesmo – se aceitar-se como é, física e espiritualmente. Caso contrário não
será feliz.
É claro que é bom aprender as coisas
boas com os outros, mas não podemos querer imitá-los em tudo.
Você não pode ficar se comparando com
outra pessoa, e quem sabe, ficar até deprimido porque não tem os mesmos
sucessos dela. Cada um é um diante de Deus.
Também não se deixe levar pelo
julgamento que as pessoas fazem de você. Saiba de uma coisa: você não será
melhor porque as pessoas o elogiam, mas também não será pior porque o criticam.
Como dizia São Francisco, “sou, o que
sou diante de Deus.”
Certa vez iam por uma estrada um
velho, um menino e um burro.
O velho puxava o burro e o menino
estava sobre o animal.
Ao passarem por uma cidade, ouviram
alguém dizer:
“Que menino sem coração, deixa o velho
ir a pé. Devia ir puxando o burro e colocar o velho sobre este!”
Imediatamente o menino desceu do burro
e colocou o velho lá em cima, e continuaram a viagem.
Ao passar por outro lugar, escutaram
alguém dizer:
“Que velho folgado, deixa o menino ir
a pé, e vai sobre o burro!”
Então, eles pararam e começaram a
pensar no que fazer:
O velho disse ao menino:
Só nos resta uma alternativa: irmos a
pé carregando o burro nos nossos braço!”
Moral da estória: é impossível agradar
a todos!
Felipe Aquino
domingo, 21 de junho de 2015
A importância do perdão
O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.
Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:
— Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito isso comigo. Desejo tudo de ruim para ele.
Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente, o filho que continua a reclamar:
— O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.
O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado.
Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:
— Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.
O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo.
Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:
— Filho, como está se sentindo agora?
— Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.
O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:
— Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.
O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto!
Só se conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos.
O pai, então, lhe diz ternamente:
— Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você. O mau que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.
Retirado do livro “Sabedoria em Parábolas”, Prof. Felipe Aquino.
sexta-feira, 19 de junho de 2015
Reinventando o silêncio
Tenho me lembrado muito da cantora Rita Lee que em Jardins da Babilônia diz “pra pedir silêncio eu berro...”, pois nunca sentimos tanta falta do silêncio, da calma, de ambientes que favoreçam a concentração, o diálogo sereno, o prestar atenção. Vivemos numa verdadeira ditadura do barulho. Fala-se alto demais! Grita-se muito!
Crianças
gritam para ser ouvidas. Pais gritam para ser atendidos. Clientes
gritam para reclamar e atendentes gritam para responder. Parece que
vivemos numa sociedade de surdos. Desaprendemos o silêncio, a calma, o
falar baixo. Vamos a um restaurante e não podemos conversar. A tal
música de fundo, que invadiu o mundo contemporâneo é tão alta que impede
o diálogo. As pessoas da mesa ao lado gritam umas com as outras e riem
alto sem a menor consideração com seus vizinhos. No avião e no ônibus é a
mesma coisa. Pessoas gritam para seus colegas de assento e todos têm
que ouvir o que não interessa saber. A impressão que me dá é que todos
querem ser celebridades públicas ou pensam estar num palco de teatro
falando para uma plateia.
Repare
que o barulho dos carros, das motos, das músicas em volume alto, das
conversas está a cada dia mais elevado sem que nos apercebamos disso.
Pessoas falam alto ao celular em qualquer lugar, até em cinemas, salas
de aula e igrejas. Crianças desaprenderam o falar baixo. Jovens estudam
com a TV ligada. Mães falam alto demais com seus filhos que por sua vez
respondem no mais alto volume possível. Outro dia ao entrar numa casa de
família, fiquei horrorizado com tanto barulho, gritaria, televisão e
rádio ligados em alto volume e todos gritando para serem ouvidos ao
mesmo tempo. Qual a qualidade de vida dessa família?
Na
empresa é a mesma coisa. Todos falam alto demais ao telefone, com seus
colegas e a poluição sonora toma conta do ambiente, o que faz com que as
pessoas não consigam ter foco no que estejam fazendo. Muito do
retrabalho, dos erros, das desatenções é ocasionado pela falta do
necessário silêncio que favorece a concentração. O próprio fato de todos
trabalharem juntos na mesma sala, sem um código de ética em relação ao
barulho excessivo, faz com que as pessoas não consigam prestar atenção,
gerando problemas sérios de qualidade e produtividade. Ninguém mais
ouve. Todos querem falar e falar alto.
É preciso reinventar o silêncio. É preciso baixar o volume, respeitar o outro e parar de gritar. Leve essa ideia para sua casa, seus amigos, seu trabalho e reaprenda a ouvir você mesmo, através do precioso silêncio.
Luiz Marins
terça-feira, 16 de junho de 2015
Quando o sofrimento bater à sua porta
Sofrer é como experimentar as inadequações da vida. Elas estão por toda parte. São geradas pelas nossas escolhas, mas também pelos condicionamentos dos quais somos vítimas.
Sofrimento é destino inevitável, porque é fruto do processo que nos torna humanos. O grande desafio é saber identificar o sofrimento que vale a pena ser sofrido.
Perdemos boa parte da vida com sofrimentos desnecessários, resultados de nossos desajustes, precariedades e falta de sabedoria. São os sofrimentos que nascem de nossa acomodação, quando, por força do hábito, nos acostumamos com o que temos de pior em nós mesmos.
Perdemos a oportunidade de saborear a vida só porque não aprendemos a ciência de administrar os problemas que nos afetam. Invertemos a ordem e a importância das coisas. Sofremos demais por aquilo que é de menos. E sofremos de menos por aquilo que seria realmente importante sofrer um pouco mais.
Sofrer é o mesmo que purificar. Só conhecemos verdadeiramente a essência das coisas à medida que as purificamos. O mesmo acontece na nossa vida. Nossos valores mais essenciais só serão conhecidos por nós mesmos se os submetermos ao processo da purificação.
Talvez, assim, descubramos um jeito de reconhecer as realidades que são essenciais em nossa vida. É só desvendarmos e elencarmos os maiores sofrimentos que já enfrentamos e quais foram os frutos que deles nasceram. Nossos maiores sofrimentos, os mais agudos. Por isso se transformam em valores.
O sofrimento parece conferir um selo de qualidade à vida, porque tem o dom de revesti-la de sacralidade, de retirá-la do comum e elevá-la à condição de sacrifício.
Sacrifício e sofrimento são faces de uma mesma realidade. O sofrimento pode ser também reconhecido como sacrifício, e sacrificar é ato de retirar do lugar comum, tornar sagrado, fazer santo. Essa é a mística cristã a respeito do sofrimento humano. Não há nada nesta vida, por mais trágico que possa nos parecer, que não esteja prenhe de motivos e ensinamentos que nos tornarão melhores. Tudo depende da lente que usamos para enxergar o que nos acontece. Tudo depende do que deixaremos demorar em nós.
Pe. Fábio de Melo
segunda-feira, 15 de junho de 2015
O desafio de construir um mundo mais gentil
Acredito
que aconteça com muita gente. De repente, num mesmo tempo, inúmeras
pessoas falam do mesmo tema, reclamam das mesmas coisas. O assunto
parece se repetir de roda em roda, de ambiente em ambiente. Nunca ouvi
tanta reclamação e mesmo indignação com a falta de educação, de
gentileza, de polidez das pessoas, como nos últimos tempos.
A
grossura, a falta de educação, a insensibilidade pelo outro parece não
ter limites no mundo de hoje, me disse com tom de desespero um diretor
de uma grande empresa. As pessoas perderam completamente a noção de
civilidade, afirmou uma senhora, já cansada de tanta malcriação e
grossura por parte de balconistas, funcionários e gerentes.
No
trânsito nem é bom falar. Pessoas “fecham” você sem a menor cerimônia
para pegar a vaga do estacionamento do supermercado. Ninguém dá passagem
para ninguém. Ser educado e gentil virou sinônimo de ser bobo e idiota
no mundo de hoje, desabafou um policial ao atender a mais um acidente de
trânsito causado pela falta de paciência, de polidez, de educação, de
gentileza. Vivemos uma guerra no trânsito, me disse ele. E a grossura
permeia todos os ambientes. Em casa, no trabalho, nos lugares públicos,
ninguém mais respeita pertences pessoais. As palavras “com licença”,
“por favor”, “obrigado” e “desculpe-me” caíram em absoluto desuso. Onde
iremos parar?
A
falta de polidez, de educação, de gentileza é um dos fatores que mais
degradam a vida humana e os ambientes. A qualidade de vida cai no nível
mais baixo possível quando as pessoas não se respeitam. Desde o modo de
falar, de se trajar, de se comportar, tudo hoje faz transparecer a falta
de civilidade, de respeito ao outro, de educação, daquela educação de
berço, de casa, básica, elementar que parece ter desaparecido da face da
Terra.
É preciso com urgência, reinventar a gentileza, a educação, a polidez. Ou todos nós fazemos uma enorme campanha permanente pela gentileza (começando por nós mesmos) ou perderemos todos e nos transformaremos em animais irracionais que, por não conseguirem se expressar pela fala, ou brigam ou fogem. É preciso lembrar que somos humanos, seres especiais, dotados de habilidade verbal e consciência do outro. É preciso, com urgência, construir um mundo mais gentil. Faça a sua parte!
Luiz Marins
domingo, 14 de junho de 2015
O MESTRE DA VIDA
Jesus, o Mestre da Vida, nos deu lições
inesquecíveis. Mostrou-nos que a vida é o maior espetáculo do mundo! A vida que
pulsa na criatividade das crianças, na despedida dos amigos, no abraço apertado
dos pais, na solidão de um doente, no choro dos que perdem seus seres amados...
Quando você estiver só no meio da
multidão, quando errar, fracassar e ninguém o compreender, quando as lágrimas
que nunca teve coragem de chorar escorrerem silenciosamente pelo seu rosto e
você sentir que não tem mais forças para continuar sua jornada, não se
desespere!
Pare! Faça uma pausa na sua vida! Não
dispare o gatilho da agressividade e do auto-abandono. Enfrente seu medo! Faça
do seu medo alimento para sua força. Destrave a sua inteligência, abra as janelas
da sua mente, areje o seu espírito! Permita-se ser ensinado pelos outros,
aprenda lições dos seus erros e dificuldades.
Liberte-se do cárcere da emoção e dos pensamentos
negativos. Jamais se psicoadapte à sua miséria!
Lembre-se do Mestre da Vida! Ele nos
ensinou a sermos livres mesmo diante das turbulências, perdas e fracassos,
mesmo sem haver nenhum motivo aparente para nos alegrarmos. Tenha a mais
legítima de todas as ambições: ambicione ser feliz!
Lembre-se que Jesus Cristo, um ser
humano igual a você, passou pelos mais dramáticos sofrimentos e superou com a
mais alta dignidade. Seja apaixonado pela vida como ele foi. Lembre-se que por
amar apaixonadamente a humanidade, ele teve o mais ambicioso plano da história.
Mantenha em mente que nesse plano, você é uma pessoa
única, e não mais um número na multidão.
A vida que pulsa na sua alma torna você
especial, inigualável, por mais dificuldades que atravesse, por mais conflitos
que tenha. Portanto, erga seus olhos e contemple o horizonte! Enxergue o que
ninguém consegue ver! Há um oásis no seu no fim do seu longo e escaldante
deserto!
Saiba que as flores mais lindas sucedem
aos invernos mais rigorosos. Tenha convicção de que nos momentos mais difíceis
de sua vida você pode escrever os mais belos capítulos de sua história.
Nunca desista de você! Dê sempre uma
chance a si mesmo!
Nunca desista dos outros! Ajude-os a corrigir as
rotas de suas vidas.
Mas, se não conseguir, poupe energia, proteja sua
emoção e aguarde que eles queiram ser ajudados. Enquanto isso, aceite-os do
jeito que são, ame-os com todos os defeitos que têm. Amar traz saúde para a
emoção.
Jesus encantava as pessoas com suas
palavras. As multidões ao ouvi-lo, renovavam suas forças e encontravam um novo
sentido para suas vidas! Ele reacendeu a esperança de muitos... Compreendeu o
que é ser homem e fez poemas sobre a vida, até sangrando... Brilhou onde não
havia nenhum raio de sol.
Augusto Cury
Jesus, o Mestre da Vida, nos deu lições inesquecíveis. Mostrou-nos que a vida é o maior espetáculo do mundo! A vida que pulsa na criatividade das crianças, na despedida dos amigos, no abraço apertado dos pais, na solidão de um doente, no choro dos que perdem seus seres amados...
Quando você estiver só no meio da multidão, quando errar, fracassar e ninguém o compreender, quando as lágrimas que nunca teve coragem de chorar escorrerem silenciosamente pelo seu rosto e você sentir que não tem mais forças para continuar sua jornada, não se desespere!
Pare! Faça uma pausa na sua vida! Não dispare o gatilho da agressividade e do auto-abandono. Enfrente seu medo! Faça do seu medo alimento para sua força. Destrave a sua inteligência, abra as janelas da sua mente, areje o seu espírito! Permita-se ser ensinado pelos outros, aprenda lições dos seus erros e dificuldades.
Lembre-se do Mestre da Vida! Ele nos ensinou a sermos livres mesmo diante das turbulências, perdas e fracassos, mesmo sem haver nenhum motivo aparente para nos alegrarmos. Tenha a mais legítima de todas as ambições: ambicione ser feliz!
Lembre-se que Jesus Cristo, um ser humano igual a você, passou pelos mais dramáticos sofrimentos e superou com a mais alta dignidade. Seja apaixonado pela vida como ele foi. Lembre-se que por amar apaixonadamente a humanidade, ele teve o mais ambicioso plano da história.
A vida que pulsa na sua alma torna você especial, inigualável, por mais dificuldades que atravesse, por mais conflitos que tenha. Portanto, erga seus olhos e contemple o horizonte! Enxergue o que ninguém consegue ver! Há um oásis no seu no fim do seu longo e escaldante deserto!
Saiba que as flores mais lindas sucedem aos invernos mais rigorosos. Tenha convicção de que nos momentos mais difíceis de sua vida você pode escrever os mais belos capítulos de sua história.
Nunca desista de você! Dê sempre uma chance a si mesmo!
Jesus encantava as pessoas com suas palavras. As multidões ao ouvi-lo, renovavam suas forças e encontravam um novo sentido para suas vidas! Ele reacendeu a esperança de muitos... Compreendeu o que é ser homem e fez poemas sobre a vida, até sangrando... Brilhou onde não havia nenhum raio de sol.
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