quinta-feira, 30 de julho de 2015

JUSTO OU INJUSTO?

 

“Se falei mal, mostra-me em quê; mas se falei bem, por que me bates?”

 

Foi isso que Jesus falou a um dos guardas que o batia em uma passagem de João. Mas se trouxermos para a nossa realidade, quantas vezes nós não julgamos, condenamos e açoitamos os outros sem saber o momento que estão vivendo. Não raras vezes apontamos o dedo para a pessoa que está do nosso lado. Então, já parou para pensar porque está assim? Será que não está doente? Passando por alguma dificuldade?

 

Ajude alguém a animar-se! Talvez alguém na sua vida deve estar passando por um momento difícil. Se essa pessoa não era assim, é sinal de que algo está acontecendo com ela.

 

E a pergunta que fica é: Quando eu precisei essa pessoa estava lá? E quando eu precisar novamente ela vai estar lá comigo?

 

Isso é algo interessante a se pensar. É tão simples vermos quando o outro muda e assim começamos a crucificá-lo. Cada um vive a sua realidade. Eu vivo a minha, você vive a sua, a pessoa que está do meu lado vive a dela. Será que não está na hora de eu parar de julgar o outro e começar a ajudá-lo, saber realmente o motivo de estar assim? Será que essa pessoa não está passando por uma tribulação? O que eu fiz para ajudá-la? Ou simplesmente acho que não devo me importar com isso?

 

Ajude alguém na prática! Faça algo concreto e que irá fazer a diferença!

 

Quantas vezes somos injustos com o outro, julgamos, condenamos, crucificamos, matamos essa pessoa psicológica e espiritualmente, sem ao menos tomarmos conhecimento do que está acontecendo.

 

Lembre-se do que disse Jesus quando lhe batiam: “Se falei mal, mostra-me em que; mas se falei bem, por que me bates?”

 

Tenho feito isso antes de condenar o outro? Eu tenho pelo menos dito a essa pessoa porque a estou condenando?

 

Lembre-se também que cada pessoa que aparece em nossa vida, passando por alguma dificuldade, por um momento difícil, é Jesus que está naquele ser. Tome cuidado, porque podemos a todo momento estar condenado Jesus dentro do nosso coração. Podemos estar lá, agredindo-o, rejeitando-o, negando-o quando mais precisa e ajuda. Será que não estamos mais uma vez o crucificando?

 

Cuidado! Antes de trair, condenar, massacrar, açoitar alguém, seja justo. Porque é exatamente isso que Jesus espera de você.



                                                                                                                          Cássia Nunes

 





* Cópia autorizada, mas manter o autor e a fonte 

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